É estabelecer como padrão absoluto a forma de pensar, de sentir e de agir do próprio grupo, este estabelecido como centro de tudo, assim os demais que não participam do mesmo grupo ou sociedade são pensados sem considerar a diversidade cultural em sentido amplo existente, ocasionando dificuldade de pensar a diferença e hostilidade em relação a outros grupos, por conseguinte, criando estereótipos, xenofobia, racismo, segregação, intolerância, discursos de ódio ...
Aqueles que são
diferentes são considerados estranhos, inferiores, tratados com hostilidade em
razão disso.
A dificuldade de aceitação da diversidade cultural existente
entre pessoas e grupos acontece em virtude de indivíduos estabeleceram o
próprio grupo ou sociedade como padrão, centro de tudo, desse modo avaliar de
forma deturpada quem não compartilha das mesmas ideias, hábitos, valores,
origens e experiências.
O remédio para se livrar do etnocentrismo, assim adquirir
uma visão de mundo que respeite as diferenças existentes na sociedade, sem
criar hostilidade, segregação, xenofobia, racismo, chama-se relativismo
cultural.
O Relativismo Cultural baseia-se no respeito à
diversidade de grupos e de sociedades sem elencar grau de superioridade ou inferioridade
sobre formas de pensar, sentir e agir de diferentes grupos existentes.
Desse modo, busca-se entender o outro, com base na
respectiva cultura a que pertence, sem valoração depreciativa, preconceituosa,
segregacionista, xenófoba, racista, acerca das diferenças em sentido amplo.
Edvaldo Catarino
da Silva
OAB/PR 78.568
41-99974-5349
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